
Pensar de maneira flexível, é se apropriar de valores universais, é questionar dogmas que trazem comportamentos extremistas, é reconhecer que existe algo além do conhecimento físico e além da ciência. Algo muito maior!
Pensar flexível é entender a diversidade cultural, a diversidade no mundo das ideias, é não se propor a ser o dono da verdade, mas deixar que a verdade se apresente ao nosso “eu” interior e faça brilhar a nossa aura.
Pensar flexível é não ser um mero repetidor de informações, mas viver suas experiências, é não amar a arte da crítica e da dúvida, quando elas se fazem pertinentes.
Aprendo a explorar os detalhes do átomo e as forças que regem o universo, mas não sei ainda explorar o “mundo de dentro” com a sabedoria que me foi outorgada, e com grande e misteriosa capacidade guardada em minha mente.
Algumas pessoas que cruzam minha rotina diária me marcam de uma forma que talvez nem percebam, e me fazem querer viver um enredo certeiro. Fácil, previsível e ao alcance do pensamento. Como uma bela fotografia, figurino de inverno e diálogo cadenciado. Uma história cíclica, sem fim e sem necessidade de expectadores, e se eles existissem que fossem uma torcida entusiasta. Como co-autora digo que não acharia nada mal (pra não dizer necessário), que este enredo contasse com o “Era uma vez...". Pois eu me importo!
Livros:
1.O do mês: “O vendedor de Sonhos” - Augusto Cury;
2.A ser comentado: “A Arte da Guerra” de Sun Tzu não me acrescentou muita coisa
3.Liesel Meminger de “A menina que Roubava Livros” me influencia cada vez mais, tenho mais 3 novos livros "roubei" do "lixo do vizinho", ora pois... Quem joga livros fora?! Aff :(
Pensar flexível é entender a diversidade cultural, a diversidade no mundo das ideias, é não se propor a ser o dono da verdade, mas deixar que a verdade se apresente ao nosso “eu” interior e faça brilhar a nossa aura.
Pensar flexível é não ser um mero repetidor de informações, mas viver suas experiências, é não amar a arte da crítica e da dúvida, quando elas se fazem pertinentes.
Aprendo a explorar os detalhes do átomo e as forças que regem o universo, mas não sei ainda explorar o “mundo de dentro” com a sabedoria que me foi outorgada, e com grande e misteriosa capacidade guardada em minha mente.
Algumas pessoas que cruzam minha rotina diária me marcam de uma forma que talvez nem percebam, e me fazem querer viver um enredo certeiro. Fácil, previsível e ao alcance do pensamento. Como uma bela fotografia, figurino de inverno e diálogo cadenciado. Uma história cíclica, sem fim e sem necessidade de expectadores, e se eles existissem que fossem uma torcida entusiasta. Como co-autora digo que não acharia nada mal (pra não dizer necessário), que este enredo contasse com o “Era uma vez...". Pois eu me importo!
Livros:
1.O do mês: “O vendedor de Sonhos” - Augusto Cury;
2.A ser comentado: “A Arte da Guerra” de Sun Tzu não me acrescentou muita coisa
3.Liesel Meminger de “A menina que Roubava Livros” me influencia cada vez mais, tenho mais 3 novos livros "roubei" do "lixo do vizinho", ora pois... Quem joga livros fora?! Aff :(
Nenhum comentário:
Postar um comentário